Natação na infância ajuda no desenvolvimento da autonomia e de habilidades psicomotoras

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Escola Roberto Norio oferece o esporte como atividade extracurricular em parceria com a academia Competition

A natação é considerada um dos esportes mais completos, pois trabalha diferentes grupos musculares simultaneamente, não causa impacto nas articulações e na coluna e traz inúmeros benefícios à saúde — como a melhora do condicionamento físico, da coordenação motora e da capacidade respiratória, além de maior agilidade e flexibilidade. Por ser realizada na água, ainda tem um aspecto lúdico e de relaxamento, que melhora a qualidade do sono.

“Na infância, o aprendizado dessa modalidade torna-se mais fácil, contribui também para o desenvolvimento cognitivo e psicossocial e favorece a concentração, a autoconfiança e a sociabilidade das crianças”, diz Clarissa Ikemori, educadora física e integrante da direção da Escola Roberto Norio.

Clarissa também aponta outra questão que considera importante, a da segurança, para que a criança consiga ter independência no meio líquido. “Ao aprender a nadar, ela tem menos restrições e mais possibilidades. Por exemplo, frequentar mais tranquilamente a casa de um amigo que tem piscina”, ressalta.

Para oferecer natação como atividade extracurricular a seus alunos, a Escola Roberto Norio possui convênio com a academia Competion. Mais da metade dos alunos participam das aulas, que acontecem uma a duas vezes por semana e têm a duração de cerca de 45 minutos. Eles podem contar com o transporte escolar para fazer o trajeto de ida e volta entre a escola e a academia.

O tempo do aprendizado da natação varia de criança para criança. Aqueles que já possuem uma experiência corporal ou fazem uma atividade física aprendem com mais facilidade. Quando a criança tem medo, isso é trabalhado pelos professores que, aos poucos, vão conduzindo as aulas no ritmo do aluno, de modo que ele vença essa barreira e se sinta confiante. “A ideia é respeitar a individualidade e o tempo de aprendizado de cada um”, conta a educadora. “Quando a criança ganha essa habilidade, ela se sente mais capaz. Aumenta também a autoestima, que pode ajudá-la a superar outros desafios”.

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